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Professor Enival Mamede Leão lança livro ‘Quem matou ‘Oripão’? Diamantes, Política, Festas e...morte


O livro reportagem será lançado na Câmara de Vereadores de Catalão, às 19h do dia 02 de agosto.

O blogueiro e professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG) de Pires do Rio, Enival Mamede Leão, lança, no mês de agosto, o seu novo livro reportagem. Na obra ‘Quem matou ‘Oripão’? Diamantes, Política, Festas e...morte!’, o historiador discorre sobre o assassinato do ex-prefeito, Eurípedes Pereira, há 21 anos. O crime entrou para a história política do estado.

Em entrevista ao radialista Cláudio Lima, o professor Mamede disse que o livro é um projeto antigo, de 19 anos atrás, e que se recorda perfeitamente de quando soube do assassinato de Eurípedes. “Em 2019 faz 21 anos do assassinato do Oripão, tivemos dois anos de investigações, mais de duas mil páginas, eu li todo o processo, não é uma coisa fácil, e eu sou o único até hoje que fez isso”, conta.

No livro, Mamede garante que cumpre o papel de historiador e de jornalista, e leva a proposta de conhecimento da história política da região para fora da sala de aula. Ainda segundo Mamede, o ex-prefeito Oripão, como era chamado, foi muito conhecido por sua caridade, e a morte repentina trouxe perguntas impossíveis de responder.

“Tenho convicção de que ele não foi assassinado dentro do carro, a cena foi montada, e lá no livro eu provo isso. (...) Há uma tese de que ele foi morto em Três Ranchos e de lá trouxeram para Catalão, mas ele foi morto entre 19h e 20h, e foi encontrado da 00h a 01h da manhã, sendo assim, ele ficou no carro naquela cena por mais de três horas”,explica o professor.

O crime passional também era a principal hipótese do assassinato de Oripão, que também trabalhava no comércio de pedras preciosas. Três meses antes do assassinato, Eurípedes havia comprado uma pedra de grande valor, mas a vendeu em seguida.

“É extremamente complexo, hoje você tem todos os meios para descobrir quem matou. Nos meios históricos, ficamos conhecidos como uma cidade violenta politicamente, tivemos o Antero morto daquela forma, tivemos um Senador morto no centro, pergunto se isso não é um anacronismo ou se de fato parece”, questiona Mamede.

Para escrever o livro reportagem, Mamede se baseou, principalmente, nas 2.700 páginas da denúncia oferecida pelo Ministério Público, após análise do inquérito que investigou o assassinato.

“São 2.700 páginas, uma contradição louca, tem coisa que você pensa, que loucura era a vida do Eurípedes, no capítulo 3 eu entrevisto pessoas da família, o Eurípedes Júnior, o juiz que absolveu os réus, o cunhado dele que tomava conta do garimpo e o sobrinho dele, o Haroldinho. Também entrevisto o senhor Haley Margon, o secretário de saúde e ex-prefeito, Aguinaldo, entrevisto Jardel Sebba e pessoas que o apoaiaram”, adianta Mamede.

Questionado pelo apresentador Cláudio Lima, o jornalista diz acreditar que ‘se trata sim de um crime político’. “Sim, foi um crime político. Eu ouvi de pessoas e analisei o processo, na conclusão do livro reportagem eu deixo um pouco dessa visão. Então eu vou provar no livro que a cena foi montada, eu vou provar que houve uma artinhamanha’’, completa.

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