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Jogo inverso acontece em 2018, no MDB por dissidência de apoio a pretensa candidatura de Caiado


Diante a dissidência dos prefeitos: Adib Elias Junior (Catalão), Ernesto Roller (Formosa), Fausto Mariano (Turvânia), Paulo do Vale (Rio Verde) e Renato de Castro (Goianésia) e do presidente do diretório municipal do MDB de Catalão Cairo Roberto Batista, que declararam apoio à pré-candidatura do senador Ronaldo Caiado (DEM) ao governo, foram protocolados pedidos de expulsão. O partido tem como pré-candidato ao governo o deputado federal Daniel Vilela, presidente do diretório estadual.

Em 2015, o então prefeito de Aparecida de Goiânia e ex-governador Maguito Vilela avaliava que o conselho de ética do partido estava equivocado e errava em expulsar o empresário Jose Batista Junior – conhecido como Junior Friboi que no processo eleitoral de 2014 foi a declaração de apoio que fez ao governador e candidato à reeleição Marconi Perillo no segundo turno da campanha, contra o candidato do partido da época Iris Rezende Machado, hoje prefeito de Goiânia. Na época, Maguito afirmava que a legenda ficaria com uma mancha na história. “Acho que o conselho de ética errou ao expulsar o Júnior e o partido ficou mais fragilizado sem o Júnior. O partido fica com uma nódoa, com uma mancha na sua história”, destaca o líder emedebista. “Foi um erro do partido, o PMDB não poderia abrir mão de um quadro tão importante como o Júnior é para Goiás, Brasil e o mundo. O partido tem que buscar quadros importantes para o seu seio, não pode expulsar. Eu já tive a oportunidade de dizer que já disputei dez eleições, em todas elas teve traição. Todas as eleições que o Iris disputou tiveram traições e nós nunca pedimos para que ninguém fosse expulso do partido”, argumenta o então prefeito de Aparecida.

Outro a sair em crítica a expulsão de Friboi, foi o deputado federal Daniel Vilela que disse na época, que o PMDB goiano deveria se sujeitar aos caprichos de Friboi e suportar toda traição, apenas porque o homem tem dinheiro e poderia apoiá-los noutra eleição. É por essas e outras que o futuro de Goiás e do Brasil não gera expectativas. O fisiologismo é o que defendem as pseudos novas lideranças políticas. Não se enxerga nesses jovens um traço de personalidade capaz de mudar o pragmatismo nefasto que rege a política brasileira.

Novamente em 2018, está se repetindo o mesmo imbróglio de 2014 e justamente com lideres que tem historia junto ao MDB, um deles de mais de 4 décadas, como é o caso do prefeito de Catalão Adib Elias e com certeza deixara a sigla fragmentada.

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